segunda-feira, 27 de abril de 2009

CUBA - contrastes

Imagens de Cuba, com som nostálgico.
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sábado, 25 de abril de 2009

RETOMAR ABRIL

 





 


Quando a Democracia definha a olhos vistos,


quando os políticos fazem da governação a sua quinta,


apoderando-se dos bens da Nação,


e maltratam o povo que trabalha e sofre,


só há um caminho:


                  


             RETOMAR A REVOLUÇÃO.


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           MISSÃO FINAL


 


Tenho que libertar esta força


que trago dentro do peito


combater os escabrosos inimigos


ladinos como uma corça


na guerra do preconceito.


 


Sei que corremos sérios perigos


neste mundo de farsantes…


no justo caminho sem peias


vamos alertar os ignorantes


antes que lhes moldem as ideias


e os tramem nas maquiavélicas ciladas


dos criminosos trapaceiros


vestidos como ociosos cordeiros


no tenebroso consumismo da fantasia


onde manipulam as vidas e os valores


com o veneno da total paralisia


causa de amargura e negras dores.


 


Não posso guardar dentro de mim


a vontade de iluminar os descrentes!


esta força não vem por acidente


porque sinto o mundo ruim


e a injustiça tem várias frentes


atingindo cada vez mais gente.


 


Sei que em qualquer lugar do mundo


há espaço para o protesto,


mas sinto um sentimento profundo


contra esta apatia que detesto.


 


 


                                             Saudações aos bons portugueses.


 




 

quarta-feira, 1 de abril de 2009

CÁ TEMOS A CRISE, esperada!


 




Os desmandos que referimos nos posts:


 


- Um País para rir - Março de 2008


- Alerta aos patriotas - Fevereiro de 2008


previam a escandaleira a que hoje assistimos.


 


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Por muito que nos esforcemos por entender a CRISE, não conseguimos sair do cíclo vicioso da "má gestão", "gestão danosa" e da "gestão fraudulenta". 


E quem são os gestores? Ora aí estão: antigos ministros, secretários de estado, acessores dos governos, mandatários dos partidos que dividem o governo, agentes da Opus-Dei e da Maçonaria e seus correligionários. 


Desviaram muitos milhões para benefício próprio e dos amigos.


Quantos vão responder pelos danos causados à sociedade e aos portugueses?


Que fazem os governantes, seus apaniguados? Desviam o dinheiro dos fundos sociais, que tanta falta faz aos carenciados, e injectam-no nos bancos e empresas para tapar os "buracos" financeiros.  


Por ser oportuno, não posso deixar de transcrever parte dum artigo do zeloso advogado António Vilar, publicado na "Vida Económica":


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"A CRISE NÃO PODE EXPLICAR TUDO


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Portugal está invadido pela corrupção.


Corrupção económica e financeira, mas, sobretudo, grave corrupção de carácter dos portugueses que têm algum poder sobre o nosso destino colectivo.


A crise financeira, económica e social que se entranhou no nosso quotidiano, ainda que com a amplitude universal, tem sido, também, um maná caído dos céus para ajudar à sobrevivência de muitos inúteis tanto quanto, também, à gananciosa reprodução de riqueza de alguns oportunistas sem escrúpulos neste nosso país desajeitado, sem lei nem rei.


.....................


A crise parace, de facto, servir para explicar tudo e tudo justificar.


Explica a pesporrência e a bazófia de muitos detentores do poder, no Governo, nas autarquias e na administração pública em geral, que através da crise disfarçam a sua ignorância e a sua falta de alma de estadistas, senão o seu carácter corrupto.


Explica o egoísmo de muitos empresários que, sem sensibilidade social, varrem, hoje, as empresas de todos os empregados que não deixem lá ficar, com a sua prestação laboral, o seu sangue, suor e lágrimas em benefício exclusivo de lucros exorbitantes para as empresas e salários de luxo para eles, escondidos, muitas vezes, nas famigeradas "off-shore".


 



Mas a crise não pode explicar tudo e, sobretudo, não deveria premiar actos ilícitos passados, tanto quanto crimes ainda actuais, nomeadmente no domínio das finanças e da economia. E tal está a acontecer!


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Investigar é um perigo e castigar seria uma proeza a que poucos estão dispostos.


Quem não está preso pela necessidade está acorrentado pelo medo.


Esta é a nossa triste sina... e os outros que paguem a crise.


......."